
São dez profissionais da SEE que vão desenvolver atividades no Estádio Rei Pelé
publicado em 8.6.2013 às 10h29
Texto e foto: Adelmo Ricardo
A Secretaria de Estado Adjunta do Esporte ganhou um reforço de recursos humanos para desenvolver atividades no Programa Estádio Vivo, que é realizado no Estádio Rei Pelé. Durante reunião na manhã desta segunda-feira (6), na sede da secretaria, os profissionais se apresentaram e conheceram as propostas e objetivos do programa.
Ao todo são dez profissionais da área de educação física (06), monitores de cozinha experimental (02), monitor de horta e jardinagem – agrônoma (01), auxiliar de sala (01) e professor de sala de recursos - psicóloga (01). Todos eles mostraram entusiasmo com as perspectivas de desenvolverem suas práticas no programa.
Segundo o professor Lourival Rocha, coordenador do programa, esse reforço de profissionais representa um avanço muito grande, “porque um dos obstáculos para que tocássemos os nossos projetos e programas era a falta de profissionais e monitores. Hoje, com a apresentação deles passamos a proposta e o que nós pretendemos com o programa junto à comunidade no entorno do Estádio Rei Pelé”, disse o coordenador.
Lourival informou que agora vai ser montado um quadro com os horários segundo a disponibilidade deles para iniciar os trabalhos em algumas modalidades e dando continuidade a outras já em andamento. “Além de profissionais monitores de Educação física, teremos uma profissional doutora em agronomia que vai desenvolver projeto de horta e jardinagem; vamos contar também com especialistas em nutrição e psicologia. Dessa forma vamos poder ter até reforço escolar para os alunos”, destacou.
A superintendente de Esporte e Desporto Escolar, Vânia Quintela, também declarou que a chegada desses profissionais representa um novo momento ao programa Estádio Vivo, “de iniciativa do secretário Jorge VI, que viu a necessidade de dar ‘vida’ ao Estádio Rei Pelé, que era tido só como um centro de jogos, apenas um campo de jogo. Então o secretário procurou suprir essa necessidade com a formatação desse programa para atender, principalmente, as comunidades vizinhas”, lembrou Vânia.
O Estádio Vivo está em funcionamento há pouco mais de um ano desenvolvendo atividades de macroginástica, judô, atletismo, taekwondo e com uma grande aceitação das pessoas. “Mas, a nossa maior dificuldade sempre foi falta de recursos humanos para tocar esses projetos e outros que estamos agregando. Agora, com a chegada desses profissionais, estamos propondo que junto às aulas das modalidades esportivas, agregar outros valores, por exemplo: as senhoras da macroginástica vão poder fazer aula experimental de cozinha, que pode até gerar renda para elas”, explicou.
Segundo a superintendente também vai poder desenvolver projetos de jardinagem e horta comunitária, orientando e mostrando que cada um pode fazer na sua casa. “Portanto, com a chegada desses monitores que agregou muito valor ao programa Estádio Vivo, acredito que agora vamos ter novos caminhos”, conclui.
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